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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/259</link>
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    <pubDate>Thu, 28 May 2026 23:14:54 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-28T23:14:54Z</dc:date>
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      <title>Relato de caso clínico</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1570</link>
      <description>Title: Relato de caso clínico
Authors: Alvarez, Maria Teresa Costa Martins
Abstract: O presente relato de caso clinico abordou a intervenção terapêutica, segundo Bobath, no controle postural de crianças com Paralisia Cerebral (PC) – Diplegia Espástica.&#xD;
A (PC) é descrita como um grupo de desenvolvimento de distúrbios do movimento e da postura, causando limitação nas atividades. A alteração do controle postural é um dos principais problemas em crianças com PC, que interfere nas atividades da vida diária. O Controle Postural é organizado para garantir a manutenção do equilíbrio e manter a projeção do centro de massa dentro dos limites de estabilidade corporal.&#xD;
A abordagem terapêutica utilizada neste relato de caso baseou-se no Tratamento de Neurodesenvolvimento (TND), com o objetivo de modular o tónus muscular e promover a atividade e o alinhamento postural por meio de técnicas de manuseio específicas e, em seguida, trabalhar para uma melhor participação ativa e prática de capacidades funcionais, específicas e relevantes no dia-dia.&#xD;
Após 12 semanas de intervenção terapêutica (2 vezes/semana durante 1 hora), a utente aumentou os scores da PBS (Pediatric Balance Scale) em 12 pontos, o GMFM (Gross Motor Function Measure) em 9,86% e a FMS (Functional Mobility Scale), melhorando o seu controlo postural e equilíbrio, com consequência da função motora global e da mobilidade funcional. Estes resultados têm repercussão direta na autonomia do sujeito. Apesar do TND carecer de informação rigorosas sobre sua eficácia clínica, há resultados clínicos para apoiar e aconselhar esta abordagem.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.12253/1570</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Características ventilatórias dos surfistas de ondas grandes</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1569</link>
      <description>Title: Características ventilatórias dos surfistas de ondas grandes
Authors: Seixas, Pedro Miguel Carriço de
Abstract: Objetivo: Identificar o perfil respiratório dos Surfistas de Ondas Grandes (SOG) e eventuais&#xD;
adaptações morfológicas e ventilatórias decorrentes da prática desportiva de Big Wave&#xD;
Surfing (BWS), bem como eventuais compromissos respiratórios a médio-longo prazo.&#xD;
Materiais e Métodos: Estudo epidemiológico, transversal, retrospetivo e exploratório. A&#xD;
amostra de SOG (n=17; 14 homens, 3 mulheres) com 33±8,50 anos de idade, foi avaliada&#xD;
em termos demográficos (questionário), antropométricos (kit antropométrico), de função&#xD;
pulmonar (espirómetro portátil) e de força dos músculos respiratórios (manómetro de&#xD;
pressões).&#xD;
Resultados: Os dados dos parâmetros respiratórios analisados não demostram quaisquer&#xD;
relações com a idade ou anos de prática desportiva de BWS. Os SOG obtiveram valores mais&#xD;
elevados de FVC, FEV1, PEF (p &lt; 0.001) e menores de FEF25-75% (p &lt; 0.05) do que os&#xD;
valores previstos. Para além do aumento das Pressões Respiratórias Máximas, relativamente&#xD;
a indivíduos saudáveis e comparável a mergulhadores de apneia de competição, os SOG&#xD;
homens apresentam o valor de MIP superior em relação ao previsto (p&lt;0,001).&#xD;
Conclusão: A prática de respiração glossofaríngea e os períodos de apneia prolongados&#xD;
podem estar na origem das alterações ventilatórias encontradas nos SOG, nomeadamente&#xD;
uma tendência para a obstrução das pequenas vias aéreas, que deverão ser alvo de outros&#xD;
exames específicos em estudos futuros, de modo a estudar eventuais efeitos agudos e de&#xD;
longo prazo ao nível da função pulmonar destes atletas.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.12253/1569</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Construção e apreciação de um protocolo de despiste de patologia vestibular</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1568</link>
      <description>Title: Construção e apreciação de um protocolo de despiste de patologia vestibular
Authors: Tomás, Diogo João Alves
Abstract: A Reabilitação Vestibular é uma área que deu os primeiros passos na década de 40 e&#xD;
atualmente possui um cada vez mais robusto suporte científico. O Fisioterapeuta como profissional&#xD;
de saúde focado no movimento, apresenta um perfil ideal para assumir um papel preponderante&#xD;
nesta área, a Fisioterapia Vestibular. Em Portugal, o Grupo de Trabalho de Fisioterapia Vestibular,&#xD;
grupo agregado ao Grupo de Interesse em Fisioterapia Neurológica da Associação Portuguesa de&#xD;
Fisioterapeutas, tem desenvolvido esforços para afirmar a necessidade de uma maior atenção&#xD;
sobre esta área específica. Um dos pontos identificados é diminuta existência de Fisioterapeutas&#xD;
com formação específica na área.&#xD;
Tendo em conta esta problemática, este trabalho teve como objetivo contribuir para a&#xD;
capacitação dos Fisioterapeutas sem formação ou experiência específica na área através da criação&#xD;
de um Protocolo de Despiste de Patologia Vestibular (PDPV). A criação desta ferramenta não visa&#xD;
um diagnóstico, mas sim mas sim fornecer orientação para um adequado reencaminhamento de&#xD;
pacientes com sintomas sugestivos de disfunção vestibular.&#xD;
Foi feita uma análise da literatura disponível referente à avaliação em Fisioterapia&#xD;
Vestibular que serviu de base para a construção do PDPV. Este, contendo um conjunto de testes e&#xD;
orientações para a anamnese, teve como requisitos a facilidade de aplicação dos testes e a não&#xD;
necessidade de utilização de materiais específicos. Na mesma linha, a interpretação dos testes e&#xD;
provas foi simplificada. Posteriormente, o protocolo foi distribuído a um conjunto de&#xD;
Fisioterapeutas fora da área da reabilitação vestibular para que o pudessem testar e avaliar quanto&#xD;
à sua pertinência, relevância e facilidade de aplicação.&#xD;
Os dados recolhidos permitiram perceber que o PDPV obteve grande aceitabilidade, com&#xD;
sólidas referências à sua elevada pertinência. Foram também identificadas pelos participantes,&#xD;
pequenas lacunas de interpretação dos testes que serviram de sugestões para melhoria do&#xD;
documento. Desta forma, foi elaborada uma versão final do PDPV que pretende ser o início do&#xD;
processo de implementação deste documento na Comunidade de Fisioterapia</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.12253/1568</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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