<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Community:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/162</link>
    <description />
    <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 07:40:49 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-09T07:40:49Z</dc:date>
    <item>
      <title>Avaliação do conhecimento sobre prevenção das infeções por Toxoplasma gondii (Toxoplasmose), Listeria monocytogenes (Listeriose) e Citomegalovírus em gestantes</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1133</link>
      <description>Title: Avaliação do conhecimento sobre prevenção das infeções por Toxoplasma gondii (Toxoplasmose), Listeria monocytogenes (Listeriose) e Citomegalovírus em gestantes
Authors: Coniglione, Chiara Maria Angela
Abstract: A transmissão materno-fetal é a transmissão dos agentes infeciosos da mãe para o feto ou o recém-nascido. A prevenção é essencial para reduzir complicações e diminuir morbilidade e mortalidade perinatal e infantil. A toxoplasmose, Listeria e Citomegalovírus são entre as infeções mais importantes durante a gravidez podendo ocorrer transmissão materno-fetal e podendo ter consequências muito graves para o feto ou recém-nascido. É extremamente importante que as mulheres grávidas e em idade fértil tenham conhecimentos sobre as medidas de prevenção. Com o presente estudo pretendeu-se avaliar o conhecimento que as grávidas têm sobre estas infeções e saber quais as fontes de informação sobre as medidas de prevenção. O inquérito foi aplicado presencialmente a 90 grávidas atendidas nos postos de colheita do Centro de Medicina Laboratorial Germano de Sousa (CMLGS) e residentes em Portugal.&#xD;
Para avaliar o conhecimento das inquiridas sobre as medidas de prevenção foi atribuído 1 ponto para cada resposta correta e 0 pontos para as respostas incorretas e desta maneira foi determinada a classificação para cada secção e a classificação total do questionário. As inquiridas demostraram conhecer os comportamentos de prevenção da toxoplasmose tendo uma grande percentagem (superior a 78%) de respostas corretas. Por outro lado, no caso da listeriose e da infeção pelo Citomegalovírus as grávidas demonstraram ter menor conhecimento das medidas de prevenção. Em geral 85,6% das inquiridas não conseguiram identificar os comportamentos não relacionados com a prevenção das três infeções (questões de controlo). Relativamente às fontes de informação sobre as medidas de prevenção as grávidas responderam, na maioria, ter recorrido aos profissionais de saúde e à internet. Relativamente à Listeriose e CMV a maioria (33,6% e 43% respetivamente) afirmou não saber nada acerca destas doenças. Estes resultados confirmam a necessidade de estimular e difundir medidas educativas de prevenção entre mulheres em idade fértil e gestantes para evitar a transmissão destas infeções.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.12253/1133</guid>
      <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Avaliação do conhecimento geral sobre suplementos alimentares em Lisboa</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1123</link>
      <description>Title: Avaliação do conhecimento geral sobre suplementos alimentares em Lisboa
Authors: Paulo, Eliaby Ribeiro de
Abstract: Os suplementos estão em todo lado, aqui no tomate, ali no pepino ou naquele comprimido. Ora nos comprimidos entre tantas outras fontes que hoje em dia temos acesso facilitado ou não, enganado ou não, necessário ou não! É de facto pertinente, numa população que tem crescido a esperança média de vida investigar se a suplementação faz parte do dia-a-dia, de que forma e se é feita com responsabilidade. É de facto sabido que há um défice de vitaminas e minerais que ficam acentuados numa certa idade e para isso há uma variedade de opções no mercado, na televisão, nas farmácias, no rádio, o vizinho, o amigo e o “outro” que vai medicando aqui e ali, a si próprio e aos outros. Acontece atualmente, e é preciso está em alerta. Com um total de 19 artigos selecionados foi então possível fazer um estudo sobre o conhecimento geral sobre os suplementos (vitaminas e minerais). Verificamos que de facto há muita falta de conhecimento em relação as funções das vitaminas A, B (complexo), C, E, e K, já a vitamina D é bastante conhecida, mas nem todos sabem a função fisiológica da mesma. O envelhecimento associado a falta de vitaminas e minerais leva com certeza uma maior preocupação e consequentemente uma maior procura pelos suplementos, mas neste estudo demostra que dentre os 218 entrevistados apenas 38,95% ingerem algum tipo de suplemento, sendo que destes 38,95% apenas 29,41% têm idade entre os 51 e 80 anos, sendo a grande maioria (51,76%) com idade entre os 28 e 50 anos. O que demostra uma preocupação também dos mais novos cada vez mais. O objetivo desta pesquisa foi avaliar de forma geral o conhecimento relacionado aos suplementos (vitaminas e minerais), através de um inquérito direcionado a população que vive em Lisboa sem seleção de parâmetros específicos, feito de forma aleatória e com um público misturado. Em relação aos minerais observa-se elevado conhecimento em relação ao Ferro, Cálcio e Magnésio com as suas respectivas funções, a maioria dos entrevistados alegam recorrer aos suplementos para prevenir doenças e aliviar o cansaço. Ainda concluiu-se que dos que tomam suplementos, apenas 38,82% são da área da saúde e maioritariamente são mulheres (67,05%).</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.12253/1123</guid>
      <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>O Erro na Fase Pré-Analítica: Amostras Não Conformes versus Procedimentos</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1054</link>
      <description>Title: O Erro na Fase Pré-Analítica: Amostras Não Conformes versus Procedimentos
Authors: Peixoto, Andreia de Andrade Baptista
Abstract: As Análises Clínicas são um precioso elemento entre os meios complementares de diagnóstico e terapêutica permitindo uma enorme panóplia de informações sobre o estado de saúde de determinado utente. O objetivo do laboratório é fornecer informação analítica sobre as amostras biológicas, sendo esta caracterizada pela sua fiabilidade, relevância e facultada em tempo útil. Assim, tratando-se de saúde, e mediante o propósito do laboratório, é notória a sua importância, bem como, a dos fatores associados para o cumprimento do mesmo. O bom desenrolar do ciclo laboratorial, compreendido pelas fases pré-analítica, analítica e pós-analítica é crucial para que o objetivo do laboratório seja cumprido com rigor e rapidez. O presente trabalho “O Erro na Fase Pré-Analítica: Amostras Não Conformes versus Procedimentos”, enquadrado no mestrado de Qualidade e Organização no Laboratório de Análises Clínicas, pretendeu enfatizar a importância da fase pré- analítica, sendo ela apontada como a primordial em erros que acabam por atrasar a saída de resultados ou por permitir que os mesmos não sejam fidedignos como se deseja, podendo acarretar falsos diagnósticos e decisões clínicas erradas. Esta fase, iniciada no pedido médico e finalizada com a chegada das amostras biológicas ao laboratório está entregue a uma diversidade de procedimentos que acarretam, por si só, uma grande diversidade de intervenientes, para além de uma variabilidade de factores que influenciam a amostra e seus resultados. Estes fatores, que podem alterar de algum modo a “veracidade” dos resultados analíticos, devem ser identificados e tidos em consideração para que estejamos convitos que os resultados auxiliam diagnósticos precisos e uma avaliação correta do estado do utente. As colheitas que por quaisquer divergências não originam amostras que cumpram o objectivo da sua recolha, não estando por isso em conformidade com o pretendido, constituem uma importante fonte de erro para esta fase pré-analítica. Neste estudo foram consultados os dados relativos a amostras de sangue e urina não conformes detetadas no laboratório, em estudo, durante o 1º trimestre de 2012, para permitir conhecer o tipo de falhas que acontecem e a sua frequência. Aos Técnicos de Análises Clínicas, colaboradores do laboratório, foi-lhes pedido que respondessem a um questionário sobre os seus procedimentos quotidianos e constituíssem, assim, a população desta 2ª parte do projeto. Preenchido e devolvido de forma anónima, este questionário pretendeu conhecer os procedimentos na tarefa de executar colheitas e, hipoteticamente, confrontá-los com as amostras não conformes verificadas. No 1ºsemestre de 2012 e num total de 25319 utentes registaram-se 146 colheitas que necessitaram de repetição por se verificarem não conformes. A “amostra não colhida” foi a não conformidade mais frequente (50%) versus a “má identificação” que registou somente 1 acontecimento. Houve ainda não conformidades que não se registaram como “preparação inadequada” e “amostra mal acondicionada”. Os técnicos revelaram-se profissionais competentes, conhecedores das tarefas a desempenhar e preocupados em executá-las com qualidade. Eliminar o erro não estará, seguramente, ao nosso alcance porém admitir a sua presença, detetá-lo e avaliar a sua frequência fará com que possamos diminuir a sua existência e melhorar a qualidade na fase pré-analítica, atribuindo-lhe a relevância que desempenha no processo laboratorial.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.12253/1054</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Prevalência de Infecção numa População de Hemodialisados, em Ambiente Clínico</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1053</link>
      <description>Title: Prevalência de Infecção numa População de Hemodialisados, em Ambiente Clínico
Authors: Simões, Sara Luísa Gomes Ribeiro Sande
Abstract: Foram estudados, numa análise retrospectiva, 1689 doentes com insuficiência renal crónica (IRC), pertencentes a 11 clínicas de hemodiálise, num período de 1 Janeiro de 2009 a 1 de Janeiro de 2012 (três anos). Utilizaram-se os dados clínicos desses doentes relativos a amostras de hemoculturas, exsudados purulentos e urinas assépticas, de forma a caracterizar os microorganismos existentes e relacionou-se com alguns dados demográficos.&#xD;
Os doentes do sexo masculino estiveram sempre em maior número pelo que também possuíam a maior média de idades nos vários casos. O presente estudo observou que cerca de metade da população em estudo que se encontra em HD possui menos de 68 anos.&#xD;
Na análise aos dados das hemoculturas confirmou-se que o S.aureus é o microrganismo predominante dos casos de infecção, embora exista uma grande diversidade de microorganismos. Verificou-se também, que quanto maior a idade do doente maior é probabilidade de contrair uma infecção. Os doentes que contraíram infecção foram em número similar, pelo que a sua distribuição por sexo também foi idêntica na infecção, mas não o era inicialmente. Para as amostras de hemoculturas, também se observou que quanto maior é a dimensão da clínica (número de doentes), maior é o número de infecções. Embora esta heterogeneidade já tenha sido descrita para outros países, demonstra que possivelmente existe uma oportunidade de nivelar as clínicas pelas melhores clínicas de forma a obter ganhos em saúde.&#xD;
Nas amostras de exsudados purulentos, o microrganismo mais frequente foi S.aureus, observando-se que com o aumento da idade aumenta também o número de infecções. A distribuição por sexo de doentes com e sem infecção foi semelhante.&#xD;
Nas urinas assépticas o microorganismo predominante foi a E.coli. Mais uma vez se observou que com o aumento da idade aumenta o número de infecções. Na distribuição por sexo, os doentes do sexo feminino encontravam-se em maior número, pelo que também foi o género que mais infecções apresentou.&#xD;
Conclui-se que o padrão de microorganismos apresentado foi de encontro com o esperado, existindo uma grande diversidade de microorganismos nas amostras estudadas. Para além disso a heterogeneidade das clínicas apresenta uma oportunidade para um estudo mais aprofundado pelos profissionais interessados na organização e qualidade dos laboratórios de análises.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.12253/1053</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

