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    <title>DSpace Collection:</title>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.12253/631">
    <title>Art. «Welser, Casa comercial dos»</title>
    <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/631</link>
    <description>Title: Art. «Welser, Casa comercial dos»
Authors: Pohle, Jürgen
Abstract: Célebre casa comercial alemã na viragem da Idade Média para a Idade Moderna. - Os Welser de Augsburgo foram, entre os grandes mercadores-banqueiros da Alta Alemanha, os primeiros que reagiram às mudanças significativas no comércio de especiarias após a abertura da Rota do Cabo pelos Portugueses. Em 1503 estabeleceram-se em Lisboa e participaram, nos anos seguintes, directamente no comércio colonial português.</description>
    <dc:date>2012-05-08T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.12253/616">
    <title>«Behaim, Martin»</title>
    <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/616</link>
    <description>Title: «Behaim, Martin»
Authors: Pohle, Jürgen
Abstract: A história de Martin Behaim (1459-1507) é um dos capítulos mais notáveis e, simultaneamente, mais enigmáticos no âmbito da história das relações luso-alemãs. Trata-se da história de um mercador de Nuremberga, que chegou em 1484 a Portugal, país onde virá a morrer 23 anos depois. As informações, que transmitiu à sua cidade natal sobre a expansão marítima portuguesa, conduziram a uma ocupação intelectual mais intensa com o espaço colonial português por parte dos humanistas alemães. Um dos documentos que provam esse crescente interesse alemão é o denominado Erdapfel de Behaim, ou seja, o globo terrestre mais antigo até hoje preservado, que foi construído no início dos anos 90 do século XV através das indicações do nuremberguês.</description>
    <dc:date>2012-04-19T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.12253/45">
    <title>Frutos em rede. Estrutura e dinâmicas da Pera Rocha do Oeste.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/45</link>
    <description>Title: Frutos em rede. Estrutura e dinâmicas da Pera Rocha do Oeste.
Authors: Gomes, Ana Célia
Abstract: Através da análise de alguns elementos do que considerámos designar dispositivo de (pós)modernização&#xD;
agrícola, de que a ANP (Associação Nacional de Produtores de Pêra) constitui elo central, e do percurso do seu&#xD;
produto de marca, a Pêra Rocha do Oeste, pretende-se revelar a estrutura e as dinâmicas de um fenómeno de criação&#xD;
de valor por incorporação de conhecimento, técnico e simbólico, e a sua relação com a construção do território Oeste,&#xD;
responsável pela revitalização agrícola de toda uma região e, simultaneamente, as razões que têm determinado a&#xD;
fraqueza da irradiação concêntrica das actividades que resultaram do aproveitamento do valor do fruto, assim como a&#xD;
controversa relação produção/ distribuição, que determinou em parte a fraca aceitação da marca colectiva Rocha do&#xD;
Oeste.&#xD;
A Pêra Rocha do Oeste (DOP) revela toda uma história de (pós)modernização do tecido agrícola português,&#xD;
da importância das redes sociais em que as instituições públicas e sobretudo os organismos supra-nacionais da União&#xD;
Europeia desempenham um papel central, todavia incapaz de ultrapassar a centenária desconfiança dos agricultores, a&#xD;
atracção da quantidade e a discrepância do tempo da estratégia e do tempo do mercado.&#xD;
O trabalho resulta de uma pesquisa levada a cabo na região Oeste (Portugal), em que foram feitas&#xD;
entrevistas semi-dirigidas a uma série de actores sociais relacionados com a ANP e a Pêra Rocha do Oeste,&#xD;
submetidas a análise de conteúdo. Num segundo momento, serão utilizadas metodologias de análise de redes sociais&#xD;
que permitirão tornar mais visíveis as relações de centralidade e poder dentro da referida rede.</description>
    <dc:date>2011-09-21T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.12253/44">
    <title>Quadros formados nas empresas em África. Conflitos de construção identitária.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/44</link>
    <description>Title: Quadros formados nas empresas em África. Conflitos de construção identitária.
Authors: Gomes, Ana Célia
Abstract: A África1 é geralmente apresentada como um continente de extremos, em que a uma&#xD;
pobreza infra-humana – as imagens que nos chegam são sempre as de moles humanas&#xD;
sem expressão, acotovelando-se ou apaticamente esperando pelo ínfimo quinhão de&#xD;
alimento indispensável à manutenção de uma actividade mínima, que possa ser chamada&#xD;
vida - se contrapõe uma elite, cuja riqueza raia muitas vezes a pornografia ética, tanto&#xD;
mais que é frequentemente fruto da corrupção, do puro roubo e dos tráficos mais&#xD;
variados. Mas este continente, e cada um dos seus Estados e regiões, é obviamente&#xD;
muito mais do que isso. Nele, como em todos os outros locais do mundo, vivem e&#xD;
trabalham milhões de pessoas que não se enquadram em nenhum destes dois retratos,&#xD;
ambos à sua maneira trágicos, a tragédia da indigência ou a tragédia moral. É sobre um&#xD;
grupo concreto destas pessoas que o presente trabalho se debruçará, nomeadamente&#xD;
aquelas, em número ainda restrito mas crescente, que graças à educação moderna2,&#xD;
acederam a um estatuto que se poderá considerar como o de um embrião de classe&#xD;
média, ou seja, auferem rendimentos bastante acima da média local, dispõem de regalias&#xD;
sociais e possibilidades de promoção pessoal e desenvolvimento de carreira,&#xD;
constituindo a base tecnocrática das organizações modernas e possivelmente também o&#xD;
núcleo mais dinâmico dos empresariados locais.</description>
    <dc:date>2011-09-21T00:00:00Z</dc:date>
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