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    <title>Emotions and Coping: “What I Feel about It, Gives Me More Strategies to Deal with It?”</title>
    <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1537</link>
    <description>Title: Emotions and Coping: “What I Feel about It, Gives Me More Strategies to Deal with It?”
Authors: Sousa, Cristina; Vinagre, Helena; Viseu, João; Ferreira, João; José, Helena; Rabiais, Isabel; Almeida, António; Valido, Susana; Santos, Maria João; Severino, Sandy; Sousa, L.M.M.
Abstract: Background: Personal emotions and affects have been identified and studied in the context of pandemics, as well as coping strategies centered on emotional regulation or the balance between positive and negative emotions. Objectives: The objectives of this paper are to identify an emotion and affect structure in our sample and analyze the relationship of these dimensions with resilient coping in the context of the COVID-19 pandemic. Method: This study employed a cross-sectional design that involved a non-probabilistic sample with 598 participants over the age of 18, with 51.1% being female, and an average age of 40.73 years. First, the emotional structure was identified through principal component analysis (PCA). Secondly, a linear regression analysis was performed to investigate emotional dimensions as predictors of coping. Results: A valid and reliable emotional structure with four dimensions was identified. The regression model revealed that coping is positively associated with the active and positive dimension and negatively correlated with the negative and moral dimensions. Conclusions: Emotional dimensions are predictors of coping, with moral and negative dimensions having a negative effect, while active and positive dimensions have a positive effect. When designing interventions for coping strategies, multiple dimensions of emotions and affective states in people who are in vulnerable situations must be considered.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.12253/1400">
    <title>Propriedades psicométricas da Escala de Vulnerabilidade Psicológica (EVP) em estudantes do ensino superior</title>
    <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1400</link>
    <description>Title: Propriedades psicométricas da Escala de Vulnerabilidade Psicológica (EVP) em estudantes do ensino superior
Authors: Nogueira, Maria José
Abstract: Realizado no âmbito de estudo sobre a saúde mental em estudantes ensino superior(EES);&#xD;
 Revisão de literatura evidencia que:&#xD;
- Prevalência elevada de stress, depressão, ansiedade e suicídio EES (Satici, 2016;&#xD;
Proag, 2014);&#xD;
- Relação preditiva entre vulnerabilidade cognitiva e SM negativa (Young, LaMontagne,&#xD;
Dietrich, &amp; Wells, 2012);&#xD;
- Relação entre vulnerabilidade cognitiva (personalidade socialmente dependente,&#xD;
perfecionista) depressão (Bonab &amp; Koohsar, 2011) e ansiedade (Stoeber &amp; Hotham, 2013);&#xD;
 Estudos prévios nos EUA (Sinclair &amp; Wallston, 1999, 2010), Escócia (Selbie et al.,&#xD;
2004); Espanha (Rueda et al., 2007); Turquia (Akin &amp; Eker, 2011; Satici &amp; Uysal, 2016; Uysal,&#xD;
2015), mostram boas propriedades psicométricas da escala PVS&#xD;
 Escassez de Instrumentos de avaliação/screen em EES</description>
    <dc:date>2016-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.12253/1395">
    <title>Vulnerabilidade Mental na Transição para a Adultícia e Informação em Saúde como Cuidado de Enfermagem</title>
    <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1395</link>
    <description>Title: Vulnerabilidade Mental na Transição para a Adultícia e Informação em Saúde como Cuidado de Enfermagem
Authors: Nogueira, Maria José
Abstract: O presente trabalho tem como objectivo versar sobre a vulnerabilidade mental na transição para adultícia no contexto contemporâneo da informação em saúde. Foi apresentado sob a forma de conferência proferida no III Congresso SPESM: Informação e Saúde Mental, partindo dos conceitos-chave. A vulnerabilidade mental, é a tendência de experimentar sintomas psicossomáticos e dificuldades nas relações interpessoais, e os indivíduos mentalmente vulneráveis apresentam tanto &#xD;
sintomas somáticos como mentais e dificuldades na socialização e relação com os outros, que comprometem o seu bem-estar e a sua saúde. A transição para Adultícia é uma etapa do desenvolvimento humano onde convergem tarefas desenvolvimentais de grande complexidade e factores que favorecem uma condição de maior vulnerabilidade ao sofrimento e ao adoecer mental, e pode ser sentida como ameaçadora e vivida com muita ansiedade, comprometendo a saúde mental. O cuidado de enfermagem&#xD;
visa facilitar os momentos transacionais que imprimem desequilíbrios, e que geram simultaneamente, respostas positivas e negativas. Para a prática de enfermagem as actividades de Informação em Saúde são determinantes para antecipar e disponibilizar cuidados promotores de comportamentos mais saudáveis, e para conceber estratégias de intervenção ajustadas às necessidades e peculiaridades dos jovens em transição para adultícia, visando favorecer uma transição harmoniosa e fomentar&#xD;
uma saúde mental positiva.&#xD;
A vulnerabilidade é um conceito genericamente definido como a possibilidade de ser ferido ou de estar em perigo, deriva etomologicamente do latim vulnus (eris) que significa ferida e vulnerare (verbo) provocar um dano, uma injúria (Barchifontaine, 2006). O conceito de vulnerabilidade foi associado pela primeira vez à saúde, no contexto da epidemia AIDS, por Mann e colaboradores, quando publicou, em 1992, o livro "Aids in the world" nos Estados Unidos (Ayres, 1999).</description>
    <dc:date>2011-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.12253/1393">
    <title>A saúde mental em estudantes do Ensino Superior. Relação com o género, nível socioeconómico e os comportamentos de saúde</title>
    <link>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1393</link>
    <description>Title: A saúde mental em estudantes do Ensino Superior. Relação com o género, nível socioeconómico e os comportamentos de saúde
Authors: Nogueira, Maria José; Sequeira, Carlos
Abstract: Os níveis de saúde mental (SM) em estudantes do ensino superior (EES) são inferiores quando comparados com os jovens não estudantes da mesma idade (Oliveira, 1011; Eisenberg, Hunt &amp; Speer. 2013). Os níveis de SM influenciam a transição bem sucedida (Meleis, 2011) e o sucesso académico (Chow, 2010; Eisenberg, et al., 2009). A literatura é pouco clara e por vezes contraditória no que respeita às variáveis associadas positiva e negativamente à saúde mental do EES no contexto académico. A investigação indica que existe uma associação negativa entre e a SM dos EES eo sexo feminino o baixo nível socioeconómico (NSE) (verger, 2009); e os consumos de substâncias psicoativas (Nemer et al., 2013). Por oposição são referidas associações positivas com a prática de exercício físico, o número de horas de sono dormidas e o NSE elevado. Os estudos sugerem que a SM influencia desempenho académico (Chow, 2010).</description>
    <dc:date>2016-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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