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  <title>DSpace Community:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/20.500.12253/171</id>
  <updated>2026-05-28T22:40:03Z</updated>
  <dc:date>2026-05-28T22:40:03Z</dc:date>
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    <title>Sistema Informático de Gestão Documental – Estudo de Caso de uma Organização Ferroviária</title>
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      <name>Barbosa, Luís Miguel do Carmo</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1177</id>
    <updated>2018-05-23T02:01:40Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Sistema Informático de Gestão Documental – Estudo de Caso de uma Organização Ferroviária
Authors: Barbosa, Luís Miguel do Carmo
Abstract: Este trabalho consiste na análise, formulação e proposta dos requisitos fundamentais para a implementação de um sistema de gestão documental de apoio à gestão e operações de um operador nacional de transporte ferroviário. Os processos de operação e produção desta organização dependem não só de um elevado volume de regulamentos e normas de segurança e controlo de qualidade, mas também de um contexto onde as exigências se relacionam com as múltiplas atividades de suporte à operação ferroviária, ou com a grande dispersão dos ativos e área de atuação. A base documental desses processos são múltiplos conteúdos de natureza técnica, ou com especificidades de contexto, cuja disponibilidade, rastreabilidade e agregação controladas, evidência ser de vital importância tendo em vista um ambiente de plena desmaterialização documental. Perante a dimensão e complexidade do problema, o autor do trabalho sentiu a necessidade de adotar uma metodologia que permitisse uma abordagem flexível da investigação. Dessa forma foi possível observar o contexto organizacional e compatibilizar os pressupostos presentes na literatura, no mercado de software e nos indicadores que resultaram do contacto com os peritos da organização. Com o envolvimento dos peritos com responsabilidades nas experiências anteriores de gestão documental na empresa, foi possível não só caracterizar os sistemas atualmente em operação, mas também recolher informação sobre as experiências passadas neste mesmo âmbito. Foi efetuada uma análise detalhada da organização, das implementações e sistemas legados, das expectativas e das necessidades dos stakeholders, relativamente a uma solução de gestão documental. Seguidamente foi elaborada uma lista de funcionalidades e requisitos, organizados por classes e apresentada aos peritos da empresa, que atribuíram a cada um dos mesmos um grau de relevância. No final, foram avaliados os resultados e foi feita uma reflexão critica sobre a relevância de determinados requisitos, ou classes de requisitos em função das sensibilidades técnicas e operacionais dos peritos.</summary>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Gestão de portfólios de projetos - Estudo de mercado sobre os fatores que influenciam</title>
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    <author>
      <name>Woodcock, Carlos Jorge</name>
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    <updated>2018-05-23T02:00:17Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Gestão de portfólios de projetos - Estudo de mercado sobre os fatores que influenciam
Authors: Woodcock, Carlos Jorge
Abstract: Resumo da dissertação submetida ao corpo docente do curso de Sistemas e Tecnologias da Informação da Universidade Atlântica, como parte dos requisitos necessários à obtenção da Licenciatura em Sistemas e Tecnologias da Informação elaborado sobre a orientação do Prof. Mário Macedo.&#xD;
As empresas/organizações estão constantemente a introduzir e realizar novos projetos para garantir a sua sobrevivência no mercado de modo a se afirmarem. A utilização da intuição para aceitar projetos e os gerir não é suficiente para garantir o sucesso da organização. Este trabalho pretende demonstrar a importância da Gestão de Portfolios para gerir os diversos projetos e se realmente o mercado nacional está a adotar essa prática.&#xD;
Através do estudo de inúmeros autores que deram o seu contributo nesta área será detalhado o que realmente é a Gestão de Portfólios de Projetos, dividindo o tema para o compreender mais pormenorizadamente através da sua contextualização, objetivos, forças, fraquezas, entre outros.&#xD;
Com este trabalho procuro, através da aplicação de um estudo de mercado em organizações nacionais dos mais diversos segmentos de atividade, observar alguns padrões que induzem uma empresa a implementar uma gestão de portfólio efetiva, ou mesmo, identificar aqueles que levam uma organização a não aplicar efetivamente.</summary>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Smart City Oeiras : O rumo a um concelho verdadeiramente inteligente</title>
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    <author>
      <name>Mendes, Ricardo Carvalho</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1089</id>
    <updated>2017-03-16T03:07:59Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Smart City Oeiras : O rumo a um concelho verdadeiramente inteligente
Authors: Mendes, Ricardo Carvalho
Abstract: As cidades nunca são iguais. Cada cidade tem as suas necessidades particulares e&#xD;
desafios. Definições como: cidade carbono-zero, cidade conectada ou cidade eficiente&#xD;
fazem já parte do discurso diário em várias cidades espalhadas pelos cinco continentes.&#xD;
A preocupação com um desenvolvimento sustentado e com melhorias contínuas na&#xD;
qualidade de vida, educação, saúde, segurança entre outras são objetivos de qualquer&#xD;
cidade smart city.&#xD;
Uma smart city trabalha diariamente para aumentar os níveis de eficiência e eficácia dos&#xD;
seus serviços. Os recursos para o fazer são variados para atingir esses objetivos, mas o&#xD;
nível de desenvolvimento e integração das tecnologias de informação e comunicação&#xD;
(TIC) são um fator essencial para que possa existir uma smart city. Elas são a base de&#xD;
qualquer smart city, deixando assim depois o grande desafio em saber que soluções são&#xD;
as mais indicadas para cada cidade.&#xD;
Esta dissertação de mestrado trata desse desafio e analisa a existência e o grau de&#xD;
implementação de diversas medidas no município de Oeiras, de forma a nivelar este&#xD;
município com as demais Smart Cities, já de referência, no panorama mundial. Foi&#xD;
analisado o estado da arte, abrangendo desde iniciativas globais até medidas já&#xD;
implementadas no município. Para priorizar as iniciativas que devem ser tomadas,&#xD;
foram inquiridos, através de questionários, os cidadãos que vivem, moram ou visitam o&#xD;
concelho, bem como representantes do município.&#xD;
Assim, foi possível estabelecer um conjunto de linhas orientadoras para implementação&#xD;
de iniciativas no concelho de Oeiras, que pretendem de forma sistemática, e recorrendo&#xD;
à exemplificação, assistir às prioridades da comunidade e do município e alinhar o&#xD;
concelho de Oeiras às demais cidades de referência mundial.</summary>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A Gestão e Evolução Tecnológica no Processo Eleitoral Português: o incontornável voto electrónico</title>
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    <author>
      <name>Baptista, José Francisco Carvalho</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1088</id>
    <updated>2017-03-16T03:06:53Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A Gestão e Evolução Tecnológica no Processo Eleitoral Português: o incontornável voto electrónico
Authors: Baptista, José Francisco Carvalho
Abstract: A democracia portuguesa tem como trave mestra da sua construção um processo eleitoral livre e participativo onde os eleitores, maiores de 18 anos, são chamados a exprimir a sua vontade em seis atos de sufrágio direto, para a Presidência da República, Assembleia Legislativa Nacional, Assembleia Legislativa da Madeira, Assembleia Legislativa dos Açores, para as Autarquias (Municípios e Freguesias) e Referendos Nacionais.&#xD;
Este processo eleitoral português tem tido poucas alterações desde 1974 e até ao momento presente, nomeadamente no seu normativo constituído pela Constituição da República Portuguesa (Assembleia da Républica, 2005), pelas normas jurídicas regulamentares específicas para os diferentes tipo de sufrágio e pelas normas jurídicas que regulam os processos administrativos e tecnológicos de suporte a esses atos eleitorais como são por exemplo o caso do recenseamento eleitoral e dos sistemas e base de dados que asseguram os respetivos registos e salvaguarda dos dados.&#xD;
No entanto as sociedades civis não são imutáveis e naturalmente sofrem alterações comportamentais fruto da melhoria económica do nível de vida, do acesso mais rápido ao conhecimento, da diminuição do analfabetismo, da integração na Comunidade Europeia, do acesso generalizado da população à Internet, das redes de banda larga e da evolução tecnológica refletida na conectividade móvel e nas novas formas de socialização na Internet.&#xD;
Apesar do enquadramento jurídico eleitoral permanecer muito restritivo na aplicabilidade de alterações ou evoluções no processo eleitoral português, foi ainda assim possível nos últimos 10 anos introduzir várias alterações e evoluções tecnológicas que a própria sociedade civil começou a exigir, como por exemplo a comunicação do local de voto ou a disponibilização em tempo real e a todos os portugueses dos resultados eleitorais provisórios.&#xD;
Mas em contraponto parece ser notório um afastamento crescente da sociedade civil na participação democrática, ou seja, um aumento crescente da abstenção em todos os atos eleitorais.&#xD;
A Gestão e Evolução Tecnológica no Processo Eleitoral Português - ‘O Incontornável Voto Eletrónico’&#xD;
Mestrado GSTIC&#xD;
J. Francisco C. Baptista - Outubro 2016 Página 2&#xD;
Assim como a sociedade civil participa ativamente e de uma forma generalizada nas redes sociais digitais com tomadas de posição (políticas, sindicais, económicas, educativas, etc.), começa também a expressar (através dos jornais, televisões, comentários políticos, programas eleitorais partidários entre outros meios) a necessidade de adoção de novos processos de participação democrática.&#xD;
O denominado ‘Voto Eletrónico’ parece ser a solução para todas as deficiências existentes no processo eleitoral português e inclusive para travar a abstenção evolutiva e reaproximar os cidadãos com a participação democrática e eleitoral! Será? E que Sistema de Voto Eletrónico se deverá suportar e propor?</summary>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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