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  <title>DSpace Community:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1178</id>
  <updated>2026-05-28T22:40:28Z</updated>
  <dc:date>2026-05-28T22:40:28Z</dc:date>
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    <title>Relato de caso clínico</title>
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    <author>
      <name>Alvarez, Maria Teresa Costa Martins</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1570</id>
    <updated>2026-05-28T16:19:48Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Relato de caso clínico
Authors: Alvarez, Maria Teresa Costa Martins
Abstract: O presente relato de caso clinico abordou a intervenção terapêutica, segundo Bobath, no controle postural de crianças com Paralisia Cerebral (PC) – Diplegia Espástica.&#xD;
A (PC) é descrita como um grupo de desenvolvimento de distúrbios do movimento e da postura, causando limitação nas atividades. A alteração do controle postural é um dos principais problemas em crianças com PC, que interfere nas atividades da vida diária. O Controle Postural é organizado para garantir a manutenção do equilíbrio e manter a projeção do centro de massa dentro dos limites de estabilidade corporal.&#xD;
A abordagem terapêutica utilizada neste relato de caso baseou-se no Tratamento de Neurodesenvolvimento (TND), com o objetivo de modular o tónus muscular e promover a atividade e o alinhamento postural por meio de técnicas de manuseio específicas e, em seguida, trabalhar para uma melhor participação ativa e prática de capacidades funcionais, específicas e relevantes no dia-dia.&#xD;
Após 12 semanas de intervenção terapêutica (2 vezes/semana durante 1 hora), a utente aumentou os scores da PBS (Pediatric Balance Scale) em 12 pontos, o GMFM (Gross Motor Function Measure) em 9,86% e a FMS (Functional Mobility Scale), melhorando o seu controlo postural e equilíbrio, com consequência da função motora global e da mobilidade funcional. Estes resultados têm repercussão direta na autonomia do sujeito. Apesar do TND carecer de informação rigorosas sobre sua eficácia clínica, há resultados clínicos para apoiar e aconselhar esta abordagem.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Características ventilatórias dos surfistas de ondas grandes</title>
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    <author>
      <name>Seixas, Pedro Miguel Carriço de</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1569</id>
    <updated>2026-05-28T16:14:44Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Características ventilatórias dos surfistas de ondas grandes
Authors: Seixas, Pedro Miguel Carriço de
Abstract: Objetivo: Identificar o perfil respiratório dos Surfistas de Ondas Grandes (SOG) e eventuais&#xD;
adaptações morfológicas e ventilatórias decorrentes da prática desportiva de Big Wave&#xD;
Surfing (BWS), bem como eventuais compromissos respiratórios a médio-longo prazo.&#xD;
Materiais e Métodos: Estudo epidemiológico, transversal, retrospetivo e exploratório. A&#xD;
amostra de SOG (n=17; 14 homens, 3 mulheres) com 33±8,50 anos de idade, foi avaliada&#xD;
em termos demográficos (questionário), antropométricos (kit antropométrico), de função&#xD;
pulmonar (espirómetro portátil) e de força dos músculos respiratórios (manómetro de&#xD;
pressões).&#xD;
Resultados: Os dados dos parâmetros respiratórios analisados não demostram quaisquer&#xD;
relações com a idade ou anos de prática desportiva de BWS. Os SOG obtiveram valores mais&#xD;
elevados de FVC, FEV1, PEF (p &lt; 0.001) e menores de FEF25-75% (p &lt; 0.05) do que os&#xD;
valores previstos. Para além do aumento das Pressões Respiratórias Máximas, relativamente&#xD;
a indivíduos saudáveis e comparável a mergulhadores de apneia de competição, os SOG&#xD;
homens apresentam o valor de MIP superior em relação ao previsto (p&lt;0,001).&#xD;
Conclusão: A prática de respiração glossofaríngea e os períodos de apneia prolongados&#xD;
podem estar na origem das alterações ventilatórias encontradas nos SOG, nomeadamente&#xD;
uma tendência para a obstrução das pequenas vias aéreas, que deverão ser alvo de outros&#xD;
exames específicos em estudos futuros, de modo a estudar eventuais efeitos agudos e de&#xD;
longo prazo ao nível da função pulmonar destes atletas.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Construção e apreciação de um protocolo de despiste de patologia vestibular</title>
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    <author>
      <name>Tomás, Diogo João Alves</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1568</id>
    <updated>2026-05-28T16:00:16Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Construção e apreciação de um protocolo de despiste de patologia vestibular
Authors: Tomás, Diogo João Alves
Abstract: A Reabilitação Vestibular é uma área que deu os primeiros passos na década de 40 e&#xD;
atualmente possui um cada vez mais robusto suporte científico. O Fisioterapeuta como profissional&#xD;
de saúde focado no movimento, apresenta um perfil ideal para assumir um papel preponderante&#xD;
nesta área, a Fisioterapia Vestibular. Em Portugal, o Grupo de Trabalho de Fisioterapia Vestibular,&#xD;
grupo agregado ao Grupo de Interesse em Fisioterapia Neurológica da Associação Portuguesa de&#xD;
Fisioterapeutas, tem desenvolvido esforços para afirmar a necessidade de uma maior atenção&#xD;
sobre esta área específica. Um dos pontos identificados é diminuta existência de Fisioterapeutas&#xD;
com formação específica na área.&#xD;
Tendo em conta esta problemática, este trabalho teve como objetivo contribuir para a&#xD;
capacitação dos Fisioterapeutas sem formação ou experiência específica na área através da criação&#xD;
de um Protocolo de Despiste de Patologia Vestibular (PDPV). A criação desta ferramenta não visa&#xD;
um diagnóstico, mas sim mas sim fornecer orientação para um adequado reencaminhamento de&#xD;
pacientes com sintomas sugestivos de disfunção vestibular.&#xD;
Foi feita uma análise da literatura disponível referente à avaliação em Fisioterapia&#xD;
Vestibular que serviu de base para a construção do PDPV. Este, contendo um conjunto de testes e&#xD;
orientações para a anamnese, teve como requisitos a facilidade de aplicação dos testes e a não&#xD;
necessidade de utilização de materiais específicos. Na mesma linha, a interpretação dos testes e&#xD;
provas foi simplificada. Posteriormente, o protocolo foi distribuído a um conjunto de&#xD;
Fisioterapeutas fora da área da reabilitação vestibular para que o pudessem testar e avaliar quanto&#xD;
à sua pertinência, relevância e facilidade de aplicação.&#xD;
Os dados recolhidos permitiram perceber que o PDPV obteve grande aceitabilidade, com&#xD;
sólidas referências à sua elevada pertinência. Foram também identificadas pelos participantes,&#xD;
pequenas lacunas de interpretação dos testes que serviram de sugestões para melhoria do&#xD;
documento. Desta forma, foi elaborada uma versão final do PDPV que pretende ser o início do&#xD;
processo de implementação deste documento na Comunidade de Fisioterapia</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Emotions and Coping: “What I Feel about It, Gives Me More Strategies to Deal with It?”</title>
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    <author>
      <name>Sousa, Cristina</name>
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      <name>Vinagre, Helena</name>
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      <name>Viseu, João</name>
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      <name>Ferreira, João</name>
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      <name>José, Helena</name>
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      <name>Rabiais, Isabel</name>
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      <name>Almeida, António</name>
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      <name>Valido, Susana</name>
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      <name>Santos, Maria João</name>
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    <author>
      <name>Severino, Sandy</name>
    </author>
    <author>
      <name>Sousa, L.M.M.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/20.500.12253/1537</id>
    <updated>2025-05-24T02:00:20Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Emotions and Coping: “What I Feel about It, Gives Me More Strategies to Deal with It?”
Authors: Sousa, Cristina; Vinagre, Helena; Viseu, João; Ferreira, João; José, Helena; Rabiais, Isabel; Almeida, António; Valido, Susana; Santos, Maria João; Severino, Sandy; Sousa, L.M.M.
Abstract: Background: Personal emotions and affects have been identified and studied in the context of pandemics, as well as coping strategies centered on emotional regulation or the balance between positive and negative emotions. Objectives: The objectives of this paper are to identify an emotion and affect structure in our sample and analyze the relationship of these dimensions with resilient coping in the context of the COVID-19 pandemic. Method: This study employed a cross-sectional design that involved a non-probabilistic sample with 598 participants over the age of 18, with 51.1% being female, and an average age of 40.73 years. First, the emotional structure was identified through principal component analysis (PCA). Secondly, a linear regression analysis was performed to investigate emotional dimensions as predictors of coping. Results: A valid and reliable emotional structure with four dimensions was identified. The regression model revealed that coping is positively associated with the active and positive dimension and negatively correlated with the negative and moral dimensions. Conclusions: Emotional dimensions are predictors of coping, with moral and negative dimensions having a negative effect, while active and positive dimensions have a positive effect. When designing interventions for coping strategies, multiple dimensions of emotions and affective states in people who are in vulnerable situations must be considered.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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